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Setor Automotivo x COVID-19

Setor Automotivo x COVID-19

Entenda os impactos do coronavírus (COVID-19) no Brasil e no mundo. 

Fábricas sem peças e colaboradores em quarentena. O setor automotivo sofre os impactos de uma economia abalada por conta do COVID-19, vírus que causa sintomas semelhantes aos da gripe, mas que até o momento não tem tratamento específico e é altamente contagioso. 

O primeiro epicentro do vírus foi na China, o que gerou grande instabilidade nas bolsas e também, a paralisação de centenas de fábricas espalhadas pelo país.

Felizmente, agora o cenário é mais otimista em solo chinês, onde o número de contaminados pelo vírus parou de crescer de forma exponencial. Mas ainda assim, o mundo ainda sofre com os reflexos desses cinco meses da doença no país. 

A China tem a maior economia de exportação do mundo e entre seus clientes estão várias montadoras europeias. Considerada o novo epicentro da doença, a Europa fechou as fábricas temporariamente por conta do crescimento dos casos do COVID-19 entre os colaboradores e, além disso, pela falta de peças.

Foi o que aconteceu nas quatro fábricas italianas da Brembo, uma das principais produtoras de freios do mundo, que precisaram parar. 

Assim como a Europa, o Brasil também é um país que importa produtos providos da China. Cerca de 13% do que o setor automotivo brasileiro importa vem de solos chineses, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Apesar disso, as importações brasileiras são divididas entre vários países, o que gera mais tranquilidade diante o quadro mundial. Outro fator que contribui para um olhar mais otimista, é que os últimos carregamentos de peças chegaram em dezembro e em janeiro, o que faz com que as fábricas continuem produzindo, nem que em um ritmo mais lento para evitar uma paralisação total. 

Atualmente, o Brasil apresenta 370 casos confirmados de COVID-19, segundo dado divulgado no dia 18 de março pelas secretarias estaduais de saúde.

Várias empresas procuram formas, como o home office, para manter seus funcionários trabalhando de forma segura; mas, para aqueles que não existe a possibilidade do trabalho remoto, a jornada ainda continua - infelizmente.

O vírus formou um cenário nebuloso no mundo inteiro e até o momento é difícil criar projeções otimistas para quaisquer que seja o setor. 

 

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