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Patinetes Elétricos: Mercado Entra em Nova Fase

Patinetes Elétricos: Mercado Entra em Nova Fase

Cada vez mais é comum ver patinetes elétricos pelas cidades do Brasil, o mercado envolto a elas, gera muito dinheiro todos os anos.

Agora as empresas brasileiras responsáveis pelos patinetes acabam de passar da fase de descobrimento para entrarem na era da sustentabilidade. 

Pioneiras do Mercado de Patinetes Elétricos

A grande quantidade de patinetes elétricos pelas ruas de São Paulo, expõe o quanto este mercado foi movimentado ano passado. 

Enquanto reguladores brasileiro se adaptavam a novidade e criavam leis para recebê-los, as empresas aumentaram sua produção e cada vez mais, novas marcas chegaram no mercado.

A Grin e a Yellow foram as precursoras deste modelo no país. Elas realizaram uma fusão, criando a Grow. A Lime tinha na bagagem o título de pioneira em mais de 100 cidades por todo o mundo, chegou no Rio de janeiro e em São Paulo em junho de 2019, mas infelizmente a empresa chegou e foi embora.

MOB1 || Patinetes Elétricos

A companhia ficou no Brasil apenas por 6 meses e encerrou toda sua operação após este período. Além do nosso país, ela cancelou as atividades em mais 10 cidades pelo mundo. 

No anúncio feito em janeiro de 2020, a empresa de patinetes elétricos Lime, afirmou que optaram por deixar de lado locais em que a "micro mobilidade" evoluía de forma lenta. 

Na época em que a Lime chegava ao brasil, a Grow comemorava 10 milhões de corridas realizadas em toda a América Latina, porém, a startup de mobilidade urbana anunciou que também estava retirando seus patinetes elétricos de 14 cidades brasileiras. 

Segundo a Grow, a medida foi tomada para continuar prestando serviços de forma estável, eficiente e segura. 

Barreiras Criadas Pelo Governo 

MOB1 || Patinetes Elétricos

Durante o último ano, estas empresas tiveram que lidar com questões que dificultavam e muito, seus negócios. A prefeitura de São Paulo chegou a apreender mais de 500 patinetes da Grow.

A justificativa foi que a empresa não atendia o novo decreto, que requeria o uso de capacetes e proibia a circulação nas calçadas. 

O último decreto em São Paulo começou a contar dia 31 de outubro, proibindo estacionar os patinetes elétricos em vias públicas, como as ciclovias ou calçadas. Entrou em vigor também a velocidade máxima permitida, não podendo passar de 20 Km por hora. 

No Rio de Janeiro a velocidade controlada é ainda menor, é proibindo usuários de ultrapassarem os 12 Km por hora. Embora não seja algo definitivo, em ambas as cidades, os novos decretos e a regulamentação deixou de ser um questão urgente. A discussão agora é: este modelo de negócios é sustentável? 

Nova Fase de Negócios

A redução de operação da Grow e a saída da Lime, apontam que embora seja inovador, este mercado ainda enfrenta muitas dificuldades. O maior desafio que as empresas encontraram no Brasil foi a sustentabilidade. 

A Grow teve a oportunidade de testar o patinete eletrônico em várias cidades para ver como era o desempenho pelos usuários.

Enquanto as empresas desse setor aprendiam onde era o melhor local para desenvolver o modelo de negócios, novos competidores surgiam e se preparavam para começar a operar. 

A Scoo é uma das novas empresas que está chegando apenas nas estações de metrô em São Paulo. Já a Uber, optou em trazer seus patinetes elétricos para o Brasil, começando pela cidade de Santos-SP.

MOB1 || Patinetes Elétricos

A chegada de Uber balançou esse mercado, já que seus usuários podem alugar os patinetes no mesmo aplicativo em que pedem corridas e delivery.

A empresa está cada vez mais perto de se tornar uma plataforma completa de mobilidade urbana. Agora que passou a fase da "descoberta", as empresas estão começando a provar como os patinetes elétricos conseguem permanecer no mercado de forma sustentável.

 

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